+39 06 68 40 741 scolopi@scolopi.net
Celebrar la Santísima Trinidad

Celebrar la Santísima Trinidad

En toda la Iglesia, hoy celebramos la Solemnidad de la Santísima Trinidad: Dios, Uno y Trino. Decir el nombre es conferir identidad, conocer. El nombre de Dios revelado muestra una identidad comunitaria en la plenitud del amor. Ya en Gn 1,26, leemos «Hagamos al hombre a nuestra imagen y semejanza», aquí ya están las premisas de un Dios que no es solitario sino que es comunitario.

Cuando celebramos una solemnidad, las lecturas propuestas nos enseñan e informan sobre el hecho que se celebra. La primera y la segunda nos presentan el rostro amoroso del Dios creador, revelado en la belleza y la grandeza de la creación, en la que sigue ofreciendo la vida en plenitud, amándonos incondicionalmente en la persona de su Hijo. En el Evangelio, objeto de nuestra meditación, nos encontramos en el contexto de la despedida del Maestro a sus discípulos tras el anuncio del plan salvador del Padre. En este relato, el tema es la ayuda del Espíritu a los discípulos.

El texto comienza diciendo: «Todavía tengo muchas cosas que deciros, pero ahora no podéis entenderlas. Cuando el Espíritu de la verdad venga, os guiará…». Es bueno recordar que el pasaje no significa que la proclamación esté incompleta. La revelación es completa y plena. Aquí se trata de cómo los discípulos deben entender, discernir el mensaje de Jesús en la fe y caminar desde el momento de la muerte hasta la segunda venida de Jesús. Cómo seguir viviendo el proyecto salvador de Jesús en la comunidad, en el mundo. La nueva forma de entender la Cruz, la pasión, la muerte y la resurrección en los lugares a los que nos lleve la vida. Para Jesús, todo esto será posible a través del Espíritu de la Verdad. Es Él quien recibe todo lo que es del Padre a través de Jesús.

¿Cómo entender esto en nuestro contexto escolar? Debemos entender que el carisma es definido y dado a la Iglesia y a la humanidad de manera definitiva por el Espíritu, en la persona de Calasanz. Nos toca ponernos bajo la guía del Espíritu, para entender cómo debemos vivir el carisma en el contexto en el que nos insertaremos, invitados por el Espíritu a seguir anunciando el Evangelio en la propuesta de nuestro Santo Fundador, José de Calasanz. Dios nos ama y nos sigue guiando, sin dejarnos nunca solos y huérfanos. Celebrar la Santísima Trinidad es contemplar, es meditar en la figura de Dios creador, del Hijo redentor de los hombres y del Espíritu de amor que nos vivifica. Celebrar el misterio del Dios Trino, la Santísima Trinidad, es tratar de vivir en la Unidad, en el amor sincero y verdadero, en el respeto total de la identidad específica de los hermanos. Celebrar la Santísima Trinidad es estar atento a la voz del Espíritu.

Que sea así para siempre. ¡Amén!

​P. Pierre Kadote Batcho Sch. P.

Domingo 12 de Junio de 2022 | Santísima Trinidad

Juan 16, 12-15: Todo lo que tiene el Padre es mío; el Espíritu tomará de lo mío y os lo anunciará

Naquele tempo: Jesus se manifestou aos onze discípulos, e disse-lhes: ‘Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortal não lhes fará mal algum; quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados’. Depois de falar com os discípulos, o Senhor Jesus foi levado ao céu, e sentou-se à direita de Deus. Os discípulos então saíram e pregaram por toda parte. O Senhor os ajudava e confirmava sua palavra por meio dos sinais que a acompanhavam.

KOSSI PIERRE BATCHO KADOTÉ

KOSSI PIERRE BATCHO KADOTÉ

Piariste

Batcho Kadoté Kossi Pierre, d’origine béninoise, est né en Côte d’Ivoire. Actuellement en mission au Brésil à Belo Horizonte, il est membre de l’équipe directrice des Collèges piaristes et Vicaire à la paroisse Saint Marc.

Como será a atuação educacional no pós-pandemia?

Como será a atuação educacional no pós-pandemia?

A educação pós-pandemia tem sido uma preocupação constante dos educadores, famílias e estudantes. O contexto pandêmico que a toda humanidade foi imposto, pegou a todos de surpresa e as instituições de ensino tiveram que lidar com um cenário completamente novo. A adaptação à nova realidade não foi fácil, pois em pouco tempo, foi necessário colocar em prática diversas ações para dar sequência ao aprendizado dos alunos para continuarmos sendo escola e garantido que nossa missão de ensinar e de garantir a aprendizagem pudesse continuar a acontecer. Para muitos a educação especialmente aquela escolar parou num lugar e esperamos a voltar par retomar desde este lugar. Realidade que achamos que nunca será como era. Então achamos legitimo levantar uma reflexão sobre como deve ou deverá ser à escola pós –pandêmico.


As medidas restritivas que vêm sendo impostas desde o advento da covid-19 não deixam ninguém indiferente. O Covid-19 mostrou para a humanidade que uma outra civilização é perfeitamente possível pois, quem teria acreditado que com a proeza de nossa ciência um simples vírus teria impedido o movimento humano no planeta dos vivos em pleno ciclo XXI?

A escola, lugar de excelência para a preparação da humanidade futura, não foi poupada. O seu fazer pedagógico foi transposto para o mundo digital. Tudo virou «on-line». Após mais de um ano estudando em casa, a pergunta que vem à mente é: como será o retorno à escola após a pandemia do COVID-19? Em outras palavras, quais são os pontos que a escola deverá concentrar sua atenção após a pandemia? Esta reflexão apresentará nossa tentativa de responder a essa pergunta.

O Pós pandemia e os processos que a escola precisará construir ainda são tendências para a Educação. É o futuro que estar por vir.  Não podemos desconsiderar que o pós Pandemia seja para as escolas uma oportunidade.  Isso mesmo, uma oportunidade de rever, realinhar e repensar seus projetos de educação. A escola depois da pandemia terá que se concentrar em vários pontos ao mesmo tempo e de forma habilidosa e eficiente reorganizar os espaços físicos internos; realizar um diagnóstico de seu corpo docente e administrativo e um diagnóstico geral, sobretudo no que tange os aspectos pedagógico e psicopedagógico; deve ter a capacidade de fornecer ao aluno o essencial para o seu crescimento intelectual, Socioemocional e que seja de forma constante e eficaz; aprimorar os processos digitais para que estejam a serviço da aprendizagem; ampliar o espaço e os momentos de convivência dos alunos com seus pares e fortalecer a parceria com a família, núcleo que foi decisivo para que o processo de aprendizagem neste período de aulas não presenciais pudesse acontecer.

Destacamos sete pontos de reflexão que julgamos ser fundamentais para as escolas no pós-pandemia.

O espaço físico deve inspirar confiança e segurança. Todos os protocolos de enfrentamento ao COVID-19 devem ser interpretados com alternativas capazes de nos ajudar a proteger alunos, funcionários, professores e famílias. Lembrando que as medidas de higiene não são feitas apenas nos momentos pandêmicos, mas são para a vida toda. A segurança sanitária é, também, uma construção cultural, mediada por novos hábitos de higiene pessoal e responsabilidade interpessoal que devem ser de diálogo permanente em toda comunidade educativa. Planejar ações permanentes de sensibilização dos estudantes e seus familiares e de formação da comunidade educativa sobre a correta implementação das medidas de higiene e segurança é um dever das escolas pois, apenas pessoas conscientes de suas necessidades são capazes de cumprir as ações que visam a segurança pessoal e consequentemente a segurança coletiva.

Em segundo lugar, refletimos sobre a importância de diagnosticar. É decisivo ter clareza do cenário real que estamos atuando para que sejamos capazes de dar o suporte assertivo e necessário. Por meio de treinamentos, formações e capacitações tornaremos o corpo docente eficiente. Essa eficiência permitirá atender às demandas dos alunos porque, a mobilização, a inventividade e o entusiasmo dos professores e das equipes educacionais poderão dar vida a uma escola de qualidade em todos os níveis.

Em terceiro lugar, a escola deve ter uma visão ampla sobre os conhecimentos acadêmicos construídos pelos alunos sem deixar de considerar suas emoções, seus sentimentos e todo o desenvolvimento de habilidades socioafetivas que são decisivas para a acolhida do aluno no pós-pandemia. Planejar ações de acolhimento e reintegração social de todos os profissionais que atuam na escola, estudantes e suas famílias, como forma de superar os impactos causados pela pandemia e pelo longo período de suspensão das atividades presenciais na escola deve ser uma prioridade. Faz-se urgente propor ações e o desenvolvimento de um projeto que possa levar em conta não só as realidades de todos os alunos, mas também fornecer um acompanhamento personalizado, adequado às necessidade individuas dos alunos.

Em quarto lugar, a escola, através de sua Equipe pedagógica necessitará fazer a recomposição da aprendizagem dos alunos. No longo período em que as atividades presenciais foram suspensas, a educação não teve trégua, não cessaram seus processos e os alunos mostraram a capacidade que possuem de adaptação, de se manterem motivados a aprender, mesmo num cenário tão desafiador. Apesar das circunstâncias difíceis, eles persistiram em seguir as aulas. Destacamos o importante papel que as famílias tiveram neste contexto. O nosso grande desafio será, ao retornar às escola, não continuar de onde paramos, mas sim de reconstruir novas formas de ensinar e aprender, Nossas crianças, adolescentes e jovens precisarão intensamente de nosso apoio e acompanhamento.

É decisivo que o nosso planejamento na retomada aos espaços escolares seja capaz de envolver todos os estudantes incluindo-os nas mediações durante a jornada escolar, solicitando sua participação, considerando as suas especificidades, mas sem perder de vista os parâmetros e regras comuns a todos. É preciso estar sempre atento à heterogeneidade tão comum e importante de uma sala de aula, planejando, acompanhando e avaliando constantemente os avanços e promovendo a autonomia, o aprendizado e interação. Revisitar a Proposta Pedagógica e Curricular, selecionando os objetivos de aprendizagem previstos para cada etapa educacional, com o estabelecimento de habilidades e competências prioritárias, baseando-se nas Diretrizes dos documentos normativos da Educação Nacional precisa ser a nossa referência, o nosso norte.

O distanciamento social foi uma das medidas impostas para o controle do Covid-19. Para que continuássemos a ser escola a tecnologia foi a nossa aliada. Essa é a reflexão proposta neste quinto item. Todas as nossas ações foram transposta para o digital. O tão temido celular na sala de aula, ganhou status de necessidade para que o aluno conseguisse conectar ao professor, com a aula e com a aprendizagem. Ele passou a ser uma ferramenta. No retorno ao espaço físico da escola essa condição deverá ser considerada. A nova realidade precisa ser híbrida. A escola deverá integrar os processos de aprendizagem remotos e presenciais no seu projeto acadêmico. Mais essa possibilidade de integração deverá fazer parte do DNA do ambiente escolar a partir de agora.

O acolhimento e a valorização do aprendizado Socioemocional e ético será a nossa abordagem neste sexto item. O direito ao acolhimento individualizado e humanizado de toda a comunidade escolar deverá compor o rol de estratégias que minimizem os impactos da pandemia no bem-estar de nossos alunos, alunas, professores e todas as pessoas que compõe o ambiente escolar.  É fundamental assegurar uma abordagem intersetorial. Todos os integrantes da instituição são elementos importantes e atuantes neste processo. É essencial planejar momentos de diálogo, escuta, troca de experiências voltados, tanto para os professores, demais trabalhadores da escola, bem como para os estudantes e familiares a fim de que possam compartilhar seus sentimentos e experiências. Temos que ter clareza que a vida social e humana da criança com os amigos, suas relações interpessoais foram interrompidas. O regresso terá, inevitavelmente, consequências no modo de se relacionarem com seus pares, mas também com corpo docente. A escola também terá que enfrentar essa condição e sobretudo, preparar propostas para realidade tão essencial à humanidade. Será, sem dúvida, a maior contribuição da escola para a construção da humanidade futura.

Em sétimo item, mas não menos importante nos impele a responsabilidade de promover e incentivar a participação dos familiares e/ou responsáveis no acompanhamento das atividades escolares dos filhos no retorno, por meio do estreitamento das relações entre escola e família. Devem ser considerados o impacto socioeconômico e situações de vulnerabilidade nas famílias e na comunidade em geral, no contexto da pandemia, bem como seu efeito na educação e no aprendizado. O envolvimento total da família deve ser constantemente estimulado pelas escolas, pois, como já mencionado com pandemia a família se tornou uma peça de ouro na realização e efetivação do projeto escolar. A escola tornou-se possível digitalmente graças ao esforço dos pais, ao mesmo tempo em que realizavam suas ocupações buscaram se adaptar a uma nova realidade. Isso mostra o quanto o papel da família é decisivo. Ela pode e precisa estar mais envolvida nos processos escolares.

Conscientes de que não se esgota aqui essa temática, o contexto e os desafios em pauta para todos nós que estamos envolvidos com a Educação e que nos interessamos pela qualidade de seu processo podemos dizer que a escola deve reorganizar seu espaço físico lembrando as medidas higiênicas, fazer o diagnóstico aprofundado de seus corpos docente e discente para um melhor acompanhamento da vida pedagógica através de um projeto assertivo e eficiente capaz de integrar o remoto e o presencial. A escola deve oferecer mais possibilidades de socialização para favorecer a vida social humana escolar da criança que foi interrompida de forma brusca. A escola da pós-pandemia deve envolver mais os pais nos projetos da comunidade educativa. Ela deverá ser integral, muito humana, esperamos e “esperançamos” contribuir para a construção de uma escola fiel a sua missão educar para o aprofundamento da democracia, para o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e para a transformação da sociedade.

 P. Pierre Kadote Batcho Sch. P.

KOSSI PIERRE BATCHO KADOTÉ

KOSSI PIERRE BATCHO KADOTÉ

Piariste

Batcho Kadoté Kossi Pierre, d’origine béninoise, est né en Côte d’Ivoire. Actuellement en mission au Brésil à Belo Horizonte, il est membre de l’équipe directrice des Collèges piaristes et Vicaire à la paroisse Saint Marc.

Escolápios: “Ide pelo mundo inteiro anunciar a boa notícia”

Escolápios: “Ide pelo mundo inteiro anunciar a boa notícia”

Neste domingo, celebramos a solenidade da Ascensão. A Ascensão é um conceito teológico que indica a ida de nosso Senhor Jesus para o céu. É uma linguagem analógica, que revela algo mais profundo e existencial: Jesus está numa dimensão diferente da nossa, mas presente e atuante.

Para a celebração deste ano, a liturgia nos convida a meditar sobre o evangelho de Marcos (Mc16 15-20). É a perícope que costumamos chamar de “final longo” de Marcos. Segundo as pesquisas, é um acréscimo, não sendo, portanto, do próprio evangelista, pois apresenta um vocabulário diferente e, além disso, os manuscritos mais antigos não possuem esse trecho.

Depois da morte e ressurreição de Jesus, os discípulos estavam com medo de continuar a missão do Mestre Jesus. Diante dessa realidade, Jesus se manifesta a eles e os envia em missão: “Ide pelo mundo inteiro” (Mc 16, 15). Uma das características desse envio é que Jesus não destina os discípulos a um povo determinado ou a um lugar particular. Ele os envia para o mundo inteiro, a todos os povos, de todas as línguas. Revelando que o destinatário da missão é o mundo todo.

Uma missão precisa de um conteúdo bem específico, e é isso que Jesus faz logo em seguida. Ele define o conteúdo da missão que é o anúncio do evangelho: “anunciai o Evangelho” (Mc 16,15). A palavra Evangelho pode ser definida como boa notícia da salvação para o Povo de Deus ou o anúncio do Reino de Deus que se dá pela libertação dos que o acolhem. Também, Jesus coloca alguns sinais que confirmam a realização efetiva da missão do anúncio do Evangelho. Aqueles que aceitarão: expulsarão demônios, falarão novas línguas, o veneno não lhes fará mal algum e curarão doentes. Depois disso, Jesus é elevado ao céu. Ele não fica no pé dos discípulos, vigiando-os, mas deposita total confiança neles para a plena realização da missão que lhes confiou. Os discípulos obedecem ao envio do Mestre “então saíram e pregaram por toda parte”; e, dentro da obediência à missão, veio o auxílio de Jesus: “O Senhor os ajudava”.

Como discípulos-missionários, Jesus confia em nós e nos envia em missão para o mundo inteiro com o compromisso de “anunciar a boa notícia”. E a nós, Escolápios, no meio desta pandemia, do drama que está vivendo a humanidade, Jesus, uma vez mais, confia em nós e nos envia em missão. Espelhados em São José de Calasanz, continuemos anunciando a todas as crianças e jovens do mundo, sem exceção, a “boa notícia” que é a “educação na piedade e nas letras”.

Estes serão os sinais de que a nossa missão está sendo efetiva: a transformação da sociedade, tornando-se cada vez mais feliz, mais justa, mais caritativa, mais digna. Uma sociedade cada vez melhor. Jesus, o Senhor, continua nos ajudando na realização dessa missão; cabe a nós confiar e obedecer.

P. Pierre Kadote Batcho Sch. P.

Domingo, 16 maio 2021 | Ascensão do Senhor

Marcos 16, 15-20: Ele subiu ao céu e sentou-se à direita de Deus

Naquele tempo: Jesus se manifestou aos onze discípulos, e disse-lhes: ‘Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortal não lhes fará mal algum; quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados’. Depois de falar com os discípulos, o Senhor Jesus foi levado ao céu, e sentou-se à direita de Deus. Os discípulos então saíram e pregaram por toda parte. O Senhor os ajudava e confirmava sua palavra por meio dos sinais que a acompanhavam.

KOSSI PIERRE BATCHO KADOTÉ

KOSSI PIERRE BATCHO KADOTÉ

Piariste

Batcho Kadoté Kossi Pierre, d’origine béninoise, est né en Côte d’Ivoire. Actuellement en mission au Brésil à Belo Horizonte, il est membre de l’équipe directrice des Collèges piaristes et Vicaire à la paroisse Saint Marc.